terça-feira, 20 de outubro de 2015

Caso Kurin - A Horrenda Estória das Irmãs que chocaram o mundo



Com base no artigo do site medo.com

“A casa era feita para atrair crianças e quando estas estavam em seu poder, a bruxa os matava e cozinhava para come-los. Como João estava muito magro, a bruxa o prendeu em uma jaula e ali o alimentava todos os dias, para engordá-lo.”



Irmãos Grimm – João e Maria

Klara Mauerová nasceu na cidade de Kurim, na antiga Checoslovaquia em 1975. Foi uma criança problemática com sérios problemas psicológicos, Seus pais eram muito religiosos e a criaram com fixação de que cada pessoa deveria realizar uma grande obra de vida. Em sua adolescência, os pais abandonaram a religião após uma traumática separação, mas a obsessão de Klara pelo universo místico continuou forte. Ela sempre afirmava estar destinada a cumprir uma missão designada por Deus, uma grande obra que tornaria seu nome imortal.

Para alguns especialistas ela sofria da Síndrome de Mártir, um distúrbio que leva as pessoas a acreditar estar predestinada a grandes realizações em nome de sua fé. Alguns se recordaram mais tarde de Klara falando a respeito de ser uma santa... de um dia "ser convidada a sentar do lado direito dos eleitos", ou algo assim.

Ela tinha uma irmã, sete anos mais nova chamada Katerina que também apresentava uma personalidade complicada. As duas fantasiavam constantemente a cerca de grandes feitos que iriam executar quando chegasse o momento correto. No colégio, os orientadores alertaram os pais para a possibilidade das meninas sofrerem de distúrbios esquizofrênicos, mas a mãe se mudava com as crianças para outros lugares quando elas começavam a chamar a atenção pelos seus discursos excêntricos. Há rumores de que aos 13 anos, Klara tentou asfixiar a irmã com um travesseiro, no intuito de depois a ressuscitar usando poderes divinos. Klara foi medicada, mas o tratamento psiquiátrico não foi adiante por intromissão da mãe.

Com o passar dos anos, Klara acabou indo morar sozinha, e chegou a estudar engenharia em uma universidade. Infelizmente nunca conseguiu libertar-se inteiramente de suas fixações pseudo religiosas. Os colegas se lembram dela como uma moça retraída e sempre quieta, que não se relacionava com os demais alunos. Tempos depois, ela teve uma briga com a mãe e decidiu se afastar de vez do restante da família.

Eventualmente, ela conheceu um homem mais velho, chamado Januz, com quem passou a viver e que segundo a própria "cuidava de todas suas necessidades". Klara chegou a abandonar por algum tempo seus devaneios religiosos e nesse período teve dois filhos: Ondrej e Jakub. Sua vida era tranquila em um subúrbio de Praga, para onde ela havia se mudado.

Klara e seus dois filhos em 2002

Mas a idílica vida em família não iria durar muito tempo. Devido ao caráter doentio de Klara, que desconfiava de uma vida dupla do marido, o casamento não poderia durar muito tempo. Ela acusava Januz de ser um monstro controlador, de agredi-la e até de abusar dos meninos. As brigas eram corriqueiras na casa e um assistente social foi designado para verificar o que estava acontecendo. O casal decidiu se separar e Klara ganhou a guarda dos filhos. Januz não constestou o pedido, resolveu se mudar para a vizinha Hungria onde começou vida nova. 

Apesar de suas excentricidades, Klara era considerada uma boa mãe; passava bastante tempo com os meninos, os amava e zelava por eles. Nessa época ela voltou a apresentar um comportamento atípico, afirmando que a vida de casada havia lhe desviado de sua missão divina e que ela teria de recomeçar do zero. Klara buscou se reconciliar com a irmã, Katerina que também levava uma vida de altos e baixos, entrando e saindo de instituições de apoio ou da cadeia por prostituição. Como a mãe havia falecido recentemente, as irmãs herdaram uma casa em Kurin, a mesma em que haviam crescido. Decidiram então se mudar para lá e morar juntas, criando os meninos.

A vida de Katerina em Instituições ao redor do país, fez com que ela entrasse em contato com várias pessoas. Algumas queriam ajudá-la a superar seus traumas, mas outras se aproveitavam de suas fraquezas. Uma dessas pessoas era uma mulher estranha chamada Barbora Skrlová, de 33 anos. Esta mulher sofria de uma rara doença glandular: sua aparência era de uma menina de doze anos e constantemente ela se valia disso para se passar por menor de idade e assim escapar de sanções e de medidas legais. Barbora chegou inclusive a ser adotada por um casal, que a confundiu com uma criança. Com caráter violento e personalidade obsessiva beirando a sociopatia, Barbora passou muito tempo de sua vida fazendo tratamento psiquiátrico, mas conseguia escapulir com facilidade.

A presença de Barbora Skrlová nas vidas de Klara e Katerina, foi devastadora para a já delicada estabilidade das irmãs. Barbora passou a dominar cada aspecto de suas vidas e as coisas só pioraram quando ela se insinuou na casa e passou a morar em um dos quartos do casarão. Segundo declarações do psiquiatra Zdenek Basný, a mulher com aspecto de criança se comportava daquela maneira em virtude de um grave distúrbio mental: “Toda a história de Barbora Skrlova está rodeada por um enigma de difícil solução. Não existe uma explicação clara, mas minha hipótese é que se trata de uma distorção psíquica grave com dissociação de identidade. Ela própria não sabe quem é, e se vale da personalidade que lhe é mais útil, em cada momento”.

Barbora não parecia especialmente má, mas quando se fixava em alguma coisa não deixava de lado. Ela abraçou a noção de Klara de que esta estava designada a cumprir um papel de importância religiosa. Alegando ter tido um sonho ou premonição, não foi difícil manipular Klara a aceitá-la como uma espécie de guia espiritual.

Barbora Skrlová aos 29 anos

Por influência de Barbora, as irmãs passaram a frequentar uma Seita chamada “Movimento Graal”, que afirmava contar com centenas de seguidores na Inglaterra, assim como dezenas de milhares de apoiadores ao redor do mundo. Este movimento se baseava nas escrituras criadas entre 1923 e 1938 pelo alemão Oskar Ernst Bernhardt, um místico que promovia sua imagem como uma encarnação de Jesus Cristo. Bernhardt chegou a contar com centenas de seguidores que viam nele uma figura santificada. Bernhardt construíu uma espécie de Igreja com as doações de seus seguidores em um terreno para onde os fiéis e suas famílias se mudaram com o intuito de levar uma vida de devoção espiritual. Em 1937, alguns membros do culto se ressentiram com Bernhardt, acusando-o de molestar mulheres e crianças, além de incentivar práticas estranhas como a leitura de livros diabólicos e a ingestão de sangue.

Há boatos de que o Culto foi tolerado por algum tempo pelo rígido regime nazista, por possuir alguns membros interessados nos ensinamentos de Bernhardt. Ele era um especialista em ocultismo, mitologia e horóscopo que chegou a fazer o mapa astral do Führer. Em 1942, no entanto, o Culto acabou sendo desarticulado, em parte porque ele defendia o uso da Cabala Judaica. O líder do Culto desapareceu nos dias tumultuosos da Segunda Guerra.

Oskar afirmava que seus ensinamentos haviam sido colhidos de um manuscrito que estava junto do lendário Santo Graal. Segundo ele, para chegar ao paraíso, o homem deveria realizar ações virtuosas na Terra. Mas a realidade era bem diferente. Um dos preceitos do grupo era que seus integrantes estavam livres de Tabus Sociais, como o incesto, a antropofagia e o homicídio. Apenas a libertação completa dos grilhões sociais poderia elevar o ser humano.

No ressurgimento do "Movimento Graal" fundado nos anos 1980, os membros recebiam ordens de um líder desconhecido a quem chamavam de "O Doutor". Os cultistas se comunicavam com ele apenas por mensagens, primeiro por carta e anos depois depois por celular. As mensagens de texto falavam sobre Patamares de Iluminação que deveriam ser alcançados. Cada etapa demandava um completo comprometimento com o culto e lealdade aos seus preceitos. O "Doutor" apoiava a escravidão, o maltrato infantil e a promiscuidade sexual, em razão de um suposto sentido libertário.

O que importava para Klara era estar inserida em um grupo. Outros seguidores, por influência de Barbora, viam nela uma pessoa "iluminada" que escalaria os Patamares da Iluminação e levaria todos ao seu redor mais perto do Paraíso. Graças às manipulações de Barbora, Klara raspou o cabelo e as sobrancelhas. Se vestia como uma mendiga, vagava pelas ruas e parou de tomar banho. Sua irmã Katerina apoiava a mudança da irmã, mas nunca chegou a se devotar ao culto, em parte porque Barbora a considerava indigna. As irmãs participavam de reuniões orgiásticas do culto, regadas a sexo e drogas.

Assumindo o papel de "criança", Barbora passou a se identificar como filha de Klara e ser tratada como tal. Ela nutria um ciúme doentio da atenção que sua "mãe" dedicava aos seus filhos verdadeiros. Pouco a pouco, ela deu início a uma sutil campanha contra os meninos. Os acusava de cometer travessuras, quebrar objetos e comportar-se mal. Dizia que eles riam de suas crenças religiosas e que estavam destinados a atrapalhar sua iluminação.

Influenciada por Barbora, Klara passou a castigar seus filhos com surras e deixando-os sem comida. A frequência de queixas aumentou tanto, que Klara, desesperada pelo suposto mau comportamento dos filhos, pediu conselhos à autora de tudo. Barbora, feliz ao tornar-se dona da situação, lhe sugeriu que construísse uma jaula de ferro para prender as crianças: "Só assim elas poderão ser controladas".

A jaula foi encomendada a um ferreiro da localidade, um homem que construía canis. As mulheres a instalaram no porão da casa. Através de barras de ferro, os meninos poderiam receber alimentos e ficariam sem possibilidades de se comportarem mal. Barbora chamava os meninos de "pequenos demônios" e dizia que eles estavam possuídos por entidades malignas interessadas em frustrar seus planos. Em 2006, os meninos foram despidos e aprisionados na cela, mal sabiam que permaneceriam ali por mais de um ano.

Ampliando sua influência sobre as irmãs, Barbora exigiu que as reuniões passassem a ser realizadas na Casa em Kurin. Nessas festas estranhos entravam e saíam da casa, às vezes dormiam lá por dias. Para piorar as coisas, Barbora intruiu Klara a torturar seus "pequenos demônios" como forma de extinguir o mal que supostamente os possuía. As crianças dormiam no chão, sem cobertas, junto com sua urina e excrementos. As mulheres atiravam a comida pelas grades e as lavavam com baldes de água. Se choravam, eram golpeados através das barras com porretes de madeira.

Um dia, Barbora disse ter sido abençoada com outro sonho no qual ela recebia do Doutor o posto de Líder do Movimento Graal. Segundo ela, os meninos precisavam ser preparados para um ritual de confirmação. Pelas instruções, os meninos começaram a ser alimentados com doces. Quando ganharam peso, Barbora revelou que as crianças teriam de ser sacrificadas e devoradas em uma reunião da seita. A loucura da mulher chocou até mesmo Katerina, que não aceitou seguir com o plano. Klara também ficou em dúvida, e no fim aceitou uma outra sugestão de Barbora: ao invés de matar os meninos, elas beberiam seu sangue.

As mulheres obrigavam Ondrej a colocar o braço através da grade e enquanto Barbora o segurava, Klara realizava talhos em sua pele, coletando filetes de sangue fresco com uma bacia. As mulheres em seguida misturavam o sangue com vinho, bebiam e serviam para seus convidados. A escalada de loucura só continuou... em um final de semana em que Katerina não estava presente, Barbora convenceu Klara a amarrar Jakub e arrancar pedaços de carne de seus braços e nádegas. As duas teriam praticado canibalismo diante da criança e forçado Ondrej a tomar parte naquele ritual medonho.

Muitos outros rituais, criados pela mente perturbada de Barbora ocorreram naquele porão maldito.



Imagens dos meninos 

O estranho comportamento das mulheres passava desapercebido. Os vizinhos estranhavam o movimento na casa e a degradação das duas mulheres, mas em Kurin, todos aprendiam a não se envolver com os problemas alheios. As mulheres diziam que os meninos estavam com o pai na Hungria e chegavam a forjar cartas que mostravam aos vizinhos. Um dia, Barbora se descuidou e os meninos por pouco não conseguiram escapar da jaula no porão. Na última hora foram impedidos de fugir por Katerina que os pegou no pátio dos fundos. Depois desse incidente, Barbora teve a ideia de comprar em uma loja de aparelhos de vigilância um monitor para supervisão de bebês, essa seria sua perdição. O aparelho foi instalado no porão e através dele, as mulheres podiam observar o que os meninos faziam.

Foi então que algo inesperado aconteceu. Uma família se mudou para uma casa próxima e instalou um aparelho idêntico para monitorar o quarto de seu bebê recém nascido. Qual não foi a sua surpresa ao receber imagens estranhas de crianças presas no que parecia uma jaula de ferro. Passaram dias até a família se dar conta de que as imagens que estavam captando era da casa ao lado. A Família ficou chocada com o que havia testemunhado e resolveu gravar as imagens e fazer uma denúncia na Polícia de Kurin. Em 10 de maio de 2007 os agentes arrombaram a porta da frente da casa. Klara e Katerina tentaram impedir a entrada dos policiais e gritaram histericamente tentando impedir a invasão. Os policiais as removeram e levaram a uma viatura. Quebraram os cadeados que conduziam ao porão e entraram. O que encontraram ali lhes causou revolta e horror.

O fedor de sangue, urina e fezes era insuportável. O chão estava pegajoso e as paredes estavam cobertas de sangue e estranhos símbolos. A jaula de ferro estava trancada, em seu interior um dos meninos estava desmaiado, o outro em estado de choque. Ambos apresentavam feridas horríveis no corpo, com infecções e sinais óbvios de inanição e desidratação.

Parada em frente à jaula estava uma menina segurando um ursinho de pelúcia. Ao ver os agentes, correu para seus braços dizendo que também era prisioneira naquele lugar horrível. Disse-lhes que se chamava Anika, tinha 12 anos e que era filha adotiva de Klara. Os agentes a levaram dali rapidamente e a entregaram aos cuidados de uma Assistente Social. Uma vez na rua, a suposta menina aproveitou que os policiais tentavam desesperadamente abrir a jaula de ferro, para fugir: era Barbora se fazendo passar por criança para escapar da lei.

 O lugar onde as crianças eram mantidas.

O caso foi um escândalo na República Tcheca e ganhou garnde destaque na imprensa do mundo inteiro. As crianças foram hospitalizadas e receberam tratamento médico e psicológico vindo a se recuperar de seu trauma. Ondrej, o filho mais velho que tinha 12 anos, depôs contra mãe e tia, descrevendo em detalhes os horrores vividos naquele porão durante um ano.

Durante o julgamento, três jurados passaram mal, um curioso tentou agredir Klara com um martelo e o juiz ordenou que o restante do julgamento fosse realizado à portas fechadas. As duas mulheres alegaram inocência. Seu advogado arguiu que a verdadeira culpada era Barbora, que havia se aproveitado da fragilidade emocional das mulheres, realizando nelas uma espécie de lavagem cerebral.


Klara Mauerova durante o julgamento

Mas e quanto a Barbora Skrlová?

Após escapar da polícia da República Checa, a perigosa mulher fez seu caminho para fora do país e se refugiou por algum tempo na Alemanha na companhia de conhecidos. De lá, conseguiu fugir para a Noruega, onde assumiu outra identidade falsa: dizia ser um menino, chamado Adam e que tinha 13 anos. Um casal norueguês a acolheu e passou a cuidar dela. Barbora chegou a ser matriculada na escola primária, sendo tratada como uma criança.

Passou-se quase um ano até que a polícia descobrir seu paradeiro. Ela foi presa na Noruega, ante o olhar surpreso de seus pais adotivos que não podiam compreender por que o menino acohido estava sendo preso por um bando de policiais fortemente armados. Quando lhes contaram que não era um menino de 13 anos, mas sim uma mulher de 36, entraram em choque.

Barbora foi extraditada para a República Checa onde foi julgada junto com Klara e Katerina. Sua doença e sua estranha personalidade inspiraram o filme "A Órfã", que conta a história de uma mulher que engana as pessoas se passando por uma criança e cometendo crimes terríveis.

Barbora se passando por um menino. 

Durante o julgamento, Klara fez a seguinte declaração em juízo: “Ocorreram coisas terríveis e só agora me dou conta disso. Não consigo entender como deixei que acontecessem. Acredito que me deixei levar pelas palavras de uma pessoa que me convenceu a fazer o mal. Eu fui fraca e não consegui resistir... Tudo o que peço é perdão pelos meus atos”.

Psiquiatras se dividiram ao diagnosticar as irmãs, mas no fim concluíram que tanto Klara quanto Katarina sofriam de um quadro esquizóide grave. Em março de 2009, o Tribunal Superior de Olomouc condenou Klara Mauerova a 9 anos de cárcere em uma instituição psiquiátrica. Sua irmã Katerina Mauerova recebeu 8 anos em outro hospital. 

Barbora não chegou a ser condenada a prisão, mas foi recolhida a uma Instituição para Criminosas com Doenças Mentais. Seu caso foi estudado por especialistas, ela recebeu drogas e um tratamento para promover seu crescimento. Barbora tentou ganhar o direito de rejeitar esse tratamento, já que ela pretendia manter sua aparência juvenil. Um novo julgamento decidiu que ela receberia o tratamento, querendo ou não...

Até hoje ela vive em um manicômio judiciário em Praga e não há previsão de soltura.

Os meninos posteriormente se recuperaram dos horrores pelos quais passaram. O pai biológico recebeu a guarda das crianças e atualmente todos moram na Hungria.

O caso Kurim ficou conhecido como o pior caso de maltrato infantil da história da Europa.

20 comentários:

  1. Bizarro isso... quando comecei a ler o post, lembrei logo do filme, hahaah :P

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  2. Porra, não consigo encontrar uma palavra pra descrever esse caso.

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  3. Porra, não consigo encontrar uma palavra pra descrever esse caso.

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  4. Nossa, a realidade sempre nos surpreende sendo muito mais bizarra que a ficção.

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  5. Fascinante. Me pergunto se Aristóteles estava certo, se os sentimentos de terror ou de piedade vivenciados na contemplação de uma tragédia como essa realmente nos faz pessoas de maior excelência. E se o RPG, como ferramenta de simulação para cenários fictícios semelhantes, poderia ser um veículo para vivenciarmos esse terror ou essa piedade, trazendo também uma excelência moral e questionadora.

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    1. Resumindo, vc é doente também.

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    2. Resumindo... yargo, você é psicopata (não doente). No caso acima, as três eram psicopatas. Se você ler o livro do dr. Andrew Lobaczewsky, "Psicopatas no poder", vai entender do que essas 'coisas' (isso nem se pode chamar de gente) são capazes... e de como se atraem, umas às outras.

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  6. Essa Barbora, que mulher fortemente insana!

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    1. Psicopata. Eles sentem prazer em praticar o mal, não sentem nenhum tipo de emoção, mas são absolutamente racionais. Nada de loucura, apenas MALDADE em estado puríssimo!

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  7. a realidade sempre mais terrivel que a ficção

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  8. Acho que houve um equivoco.
    Ondrej Mauerova é o filho mais novo, na época ele tinha 8 e Jacub tinha 9.
    Foi Jacub quem prestou depoimento já que Ondrej era deficiente auditivo. O jornal da republica tcheca NOVINKY.CZ se você entrar e pesquisar KAUZE KURIM KLARA MAUEROVA vai encontrar os videos do julgamento dela, ira ver Ondrej no hospital com os avós, a tia e o pai.
    Ondrej foi o mais abusado e prejudicado psicologicamente, mas foi se recuperando.
    Hoje eles já convivem normalmente com a mãe, ela foi solta em 2011 e sua irmã Catherine do solta em 2012.
    Os meninos já com Ondrej 16 e Jacub 17 anos vive sob a custodia dos avó materno, uma vez que o pai perdeu a guarda por roubar a pensão enviada por Klara Mauerova da prisão.

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    1. Moça isso é verdade????? Aonde vc viu isso??? Eu pesquisei tanto e nao vi nada disso...Um dos menimos morreram...e depois te cm eles tão de boa cm a mae? Me explica isso por favor ����

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    2. Moça isso é verdade????? Aonde vc viu isso??? Eu pesquisei tanto e nao vi nada disso...Um dos menimos morreram...e depois te cm eles tão de boa cm a mae? Me explica isso por favor ����

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  9. Respostas
    1. https://www.novinky.cz/hledej?w=KAUZE+KURIM+KLARA+MAUEROVA&ref=search&submit=Hledej

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